Aos meus pais, avós e amigos.
A toda vida...
A toda a natureza..

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O Poeta...


Eu não sei
O que escrever
Deito todas as palavras e regras no lixo
E deixo-me morrer

Eu não sei...
O que sentir...
A força do estilete
Ou a amarra da faca
É o veneno do poeta
Que adormece
Quando tem coisas demais
Para o espaço de cada palavra

Eu não sei
Se os pensamentos podem ser pensados
Ou se pensar é apenas um reflexo automático
De um espelho com o nulo refractado

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