Aos meus pais, avós e amigos.
A toda vida...
A toda a natureza..

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Desce

Desce sobre mim

Rompe-me a noite

E nega-me o vento

Que te castiga no silêncio


O que sou eu?

Esta pedra cansada e neutra

E mudada


O que sou eu?

Morri!

Já não sou nada!


Pedro Campos.

1 comentário:

Anónimo disse...

Pedro,

Primeiro terás que trilhar o caminho de retorno a ti... Depois, na serenidade da noite, partiras na direcção de um desejo, sonho ou paixão...
Em ti reside o Ser e o Não do Mundo...
Tu podes ser Tudo o que desejáste Ser...
Quando um Amor parte, perdemos uma parte de nós, mas a essência do nosso SER mais profundo sobreviverá e compreenderá que um Amor que não pode ficar só lhe resta partir...
Por vezes, inventamos um Amor, desenhamos-lhe um rosto, criamos-lhe um corpo, uma Alma... No fundo inventámos uma entidade inexistente, um sonho que confrontado com a realidade se desmorona com uma violência catastrófica... O tempo mastiga a dor, obriga ao recolhimento... Acabamos por hipotecar cada momento, esquecendo que existem sonhos por sonhar, paisagens de Mulher por inventar...O encanto de encantar... The show must go on!